Quatro tendências em cibersegurança para 2018

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“ Não é possível proteger tudo da mesma forma. É preciso encontrar uma forma de controlar só o que importa realmente” – Eartl Perking, vice-presidente de pesquisa do Gartner.

Mês passado (agosto) o Gartner levantou quatro pontos importantes sobre segurança da informação, que devem ser conhecidos por todos os especialistas da área: “não é possível corrigir tudo, não há como deixar os ativos 100% seguros, é impossível saber quanto cada ativo é seguro e as empresas podem não saber quanto seus parceiros digitais são seguros.

Se você é um especialista de cibersegurança, e já sabe disso, você está um passo à frente dos demais. Existem 4 tendências principais para o ano que vem na questão de cibersegurança:

#1 – As habilidades e a área de cibersegurança continuarão mudando

A tecnologia caminha a passos largos, desde do BOOM da revolução industrial, isso é fato. Tanto a segurança dos dados, como as ameaças, muda com o tempo: transformam-se e evoluem exponencialmente. O problema principal é: as ameaças quase sempre são atualizadas a todo momento, em todo lugar. Já a segurança nem sempre é o foco das empresas.

A área como um todo muda, e continuará mudando, rapidamente. Não só a tecnologia deve ser atualizada, as habilidades e o conhecimento também.

#2 – A segurança em nuvem se tornará prioridade para várias empresas

Com o amadurecimento da nuvem e a grande quantidade de usuários que estão migrando para ela, a segurança passa a tornar-se um problema. Não em relação à segurança da nuvem sem si, mas sim nas práticas e diretrizes que deverão ser seguidas por cada empresa. Um modelo para se precaver contra riscos de acessos indesejados aos arquivos deverá ser criado.

#3 – Mude seu foco de prevenção e proteção

Segundo o Gartner, é preciso modificar o investimento de prevenção para detecção e resposta, pois segue-se uma determinada verdade: é impossível prevenir-se contra todas as ameaças, mas é necessário enfrentá-las.

#4 – A segurança das aplicações e dos dados dependerá do desenvolvimento do centro de operações

O centro de operações deverá ser o guia quanto à segurança da informação. A TI não poderá trabalhar em paralelo com o resto da empresa, mas sim, deverá ser o centro das tomadas de decisões, tanto quanto ao futuro da organização como um todo, quanto à cibersegurança.

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