Mais 4 tendências da cibersegurança para 2018

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O machine learning já está sendo usado a muito tempo e não é novidade para ninguém. A habilidade da máquina em adaptar-se, e sua velocidade ao fazer isso, é infinitamente maior que a do ser humano. Porém, infelizmente, tal tecnologia é utilizada tanto para o bem, quanto para o mal.
Existe uma corrida infinita entre a inteligência artificial sendo usada para criar barreiras e proteger a informação contra ela sendo usada para quebrar tais barreiras e linhas de código. Podemos ter certeza de que o machine learning terá um foco maior ainda do que já tem em 2018.

Ransomware: novos alvos, novos objetivos

O alvo principal do ransomware atualmente é o usuário final da empresa, o tal famoso elo mais fraco.

Mas, o ransomware não contava com as soluções de proteção que estão melhorando, os usuários que estão sendo treinados e as estratégias empresariais contra o ransomware que estão mais fortes e estruturadas. Continuar com a mesma estratégia não trará mais o lucro e a viabilidade que o malware trazia.

Para continuar sendo rentável e trazendo todo o benefício que traz, o modelo de ataque do ransomware, e seus objetivos, com certeza mudarão: a sabotagem da informação e a ruptura do modelo organizacional da empresa será a nova realidade desse mal.

Sua casa, a fronteira final

A cibersegurança não deve ser prioridade apenas na sua empresa! Sua casa está cada vez mais vulnerável, de acordo com a evolução da tecnologia. Tudo, realmente tudo, estará conectado à internet em pouco tempo: desde o seu computador até a sua geladeira.

Conforme mais dispositivos estarão conectados na rede da sua casa, mais facilmente as empresas terão oportunidades de obter dados sobre sua rotina, hábitos e poderão estudar suas ações.

E a matemática é simples: quanto mais portas de entrada existem, mais meios de invasão existirão. Diversos dispositivos, todos conectados, com dados e informações sobre você, com brechas e possibilidades de invasão em todos os pontos.

Em 2018, a McAfee Labs fez a predição de que os termos e condições que temos que aceitar quando compramos ou utilizamos algo, estarão atualizados para essa coleta de dados mais privativos.

Quem serão os mais afetados?

Por mais horrível e sem escrúpulos que pareça, o principal alvo dos ataques daqui para frente serão as crianças. Essa nova geração está sempre conectada, seja em redes sociais, jogando ou assistindo algo. Essa constante conectividade na rede, aliada a inocência e falta de experiência dos jovens, gera um mercado rico e efetivo para ataques.

É necessário instruir os mais novos a se protegerem, não clicarem onde não devem e, acima de tudo, não expor sua vida pessoal ao extremo. Lembrem-se: sempre tem alguém de olho.

Não viu a primeira parte? Clique aqui.

Fonte: http://bit.ly/2BeVKUX

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